Apartamento de 2 quarto (com opção de varanda) no Betania BH

Estrela do Oriente - Belo Horizonte/MG

Apartamento de 2 quarto (com opção de varanda) no Betania BH

Estrela do Oriente - Belo Horizonte/MG

venda

R$ 633.000,00

Dormitórios

2 Dormitórios, sendo 1 suíte

Garagens

1 Garagem, (1 vaga)

Previsão de Entrega

31/12/2028

Cômodos

2 Dormitórios, sendo 1 suíte2 Banheiros1 Garagem, (1 vaga)1 Cozinha1 Sala de jantar1 Área de serviço

Características do Imóvel

Cozinha americanaEspaço PetInterfone

Características do Condomínio

Academia de ginásticaChurrasqueiraCondomínio fechadoElevador de serviçoElevador socialPermite animaisPiscina adultoPiscina infantilPortaria 24 horasSalão de festas

Proximidades

BancoEscolaEscola de idiomaFaculdadeFarmáciaHospitalIgrejaPadariaPraçaRodoviaShoppingSupermercadoTransporte público

Descrição do imóvel

🌳🔥 NÃO É SÓ UM APARTAMENTO. É UM NOVO JEITO DE VIVER.

🏡 SENSIA GRAN BOSQUE — BETÂNIA | BH

Se você procura espaço, conforto e qualidade de vida, preste atenção nesta oportunidade.

💰 A PARTIR DE R$ 633 MIL

🛏️ Apartamentos de 2 quartos

📐 A partir de 52 m²

🌿 Opção de varanda

✨ Projeto moderno e funcional

🏡 Estrutura de lazer

📍 Betânia — Belo Horizonte

Imagine abrir a porta de um apartamento novo e encontrar o espaço que sua família realmente precisa.

Mais espaço para viver.

Mais conforto para receber.

Mais qualidade para aproveitar cada momento.

🌳 E quando você olha pela varanda, percebe que não comprou apenas metros quadrados. Comprou um lugar para viver novas histórias.

🚨 APARTAMENTOS A PARTIR DE R$ 633 MIL.

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Faço sua simulação e apresento as unidades disponíveis.

André Mendes | Corretor de Imóveis

CRECI-MG 26.218

🏡 SENSIA GRAN BOSQUE — BETÂNIA

A partir de 52 m² | 2 quartos | opção de varanda

💰 A partir de R$ 633 mil

⚠️ Valores, unidades e condições sujeitos à disponibilidade e alteração.

Localização

Estrela do Oriente - Belo Horizonte/MG

Conheça a cidade Belo Horizonte

Sem Imagem

Belo Horizonte — Uma cidade que sabe acolher

Belo Horizonte tem uma característica que vai muito além das montanhas que cercam a cidade: a capacidade de acolher.

Fundada em 1897 para ser a nova capital de Minas Gerais, Belo Horizonte cresceu e se transformou em uma das principais cidades do Brasil. Ao longo de sua história, recebeu pessoas vindas de praticamente todas as regiões do país, atraídas por oportunidades profissionais, estudos, negócios, qualidade de vida e pelo desejo de construir uma nova etapa de suas vidas.

Essa mistura de histórias ajudou a formar uma cidade com identidade própria, mas que, ao mesmo tempo, mantém espaço para quem chega.

Existe em Belo Horizonte uma combinação interessante: é uma grande capital, mas preserva características de cidade onde as relações humanas ainda têm muito valor.

O jeito mineiro de receber costuma aparecer nas pequenas coisas. Na conversa demorada, no café oferecido ao visitante, na indicação de um lugar para conhecer, na disposição para ajudar alguém que acabou de chegar ou simplesmente naquela maneira tranquila de iniciar uma conversa com quem ainda é desconhecido.

O famoso “uai”, muitas vezes associado ao jeito mineiro, representa mais do que uma expressão. É quase uma síntese de uma maneira descontraída de conversar e de se relacionar com as pessoas.

Quem chega a Belo Horizonte vindo de outro estado pode perceber rapidamente que a cidade não é formada apenas por mineiros. Há cariocas, paulistas, capixabas, nordestinos, sulistas, goianos, brasilienses e pessoas de inúmeras outras origens vivendo, trabalhando, estudando e formando suas famílias na capital mineira.

Essa diversidade não apagou a identidade de Belo Horizonte. Pelo contrário: ajudou a ampliar a cidade.

É possível encontrar diferentes sotaques, costumes, histórias e maneiras de enxergar a vida convivendo no mesmo espaço. E talvez seja justamente essa mistura que faça com que tantas pessoas que chegaram como visitantes ou profissionais de passagem acabem criando vínculos duradouros com Minas Gerais.

Belo Horizonte também possui uma característica muito particular: a força da vida nos bairros.

A padaria da esquina, o mercado, a praça, o restaurante, o bar, a igreja, o clube, a escola e o comércio local fazem parte de uma rede de convivência que aproxima as pessoas. Mesmo em uma metrópole, ainda existe a possibilidade de criar relações de vizinhança e construir aquela sensação de pertencimento que muitas vezes é difícil encontrar em grandes centros urbanos.

Para quem chega de fora, isso pode fazer diferença.

Mudar de estado significa deixar para trás familiares, amigos, lugares conhecidos e uma parte importante da própria história. Encontrar uma cidade receptiva pode tornar esse processo mais leve.

E Belo Horizonte oferece justamente essa possibilidade: chegar com uma história e começar a construir outra sem precisar abandonar as próprias raízes.

O mineiro pode até ser mais reservado no primeiro contato. Muitas vezes observa antes de se abrir. Mas, quando a confiança é construída, as relações tendem a ganhar profundidade. A amizade, a parceria profissional e a convivência familiar passam a ocupar um espaço importante.

É uma hospitalidade que nem sempre é barulhenta ou imediata. Muitas vezes aparece de maneira simples e espontânea.

É o “senta aí”.

É o “vamos tomar um café”.

É o “qualquer coisa, me procura”.

É o “vou te apresentar alguém que pode te ajudar”.

São gestos pequenos, mas que podem fazer uma enorme diferença para quem está começando uma nova vida.

Além da receptividade, Belo Horizonte possui uma localização estratégica dentro do Brasil e uma economia diversificada. A cidade reúne importantes setores de serviços, comércio, tecnologia, saúde, educação, construção civil, indústria e negócios.

Isso contribui para que pessoas de diferentes regiões encontrem oportunidades e estabeleçam novos projetos de vida.

E existe ainda outro elemento importante: Minas Gerais possui uma identidade cultural muito forte.

A culinária, a música, a arquitetura, a história, as montanhas, as cidades históricas e o modo de vida mineiro formam um patrimônio que influencia profundamente a experiência de quem vive em Belo Horizonte.

Mas talvez o maior patrimônio seja justamente aquele que não aparece nos mapas ou nos cartões-postais: as pessoas.

Uma cidade pode ter grandes avenidas, edifícios modernos, restaurantes sofisticados e belas paisagens. Mas são as relações humanas que fazem alguém sentir que encontrou um lugar para viver.

Por isso, para quem chega de outro estado, Belo Horizonte pode representar muito mais do que uma nova cidade.

Pode representar um recomeço.

Um lugar para trabalhar, estudar, empreender, criar filhos, fazer amizades, comprar uma casa, construir patrimônio e, pouco a pouco, transformar uma cidade inicialmente desconhecida em parte da própria história.

Talvez essa seja uma das maiores riquezas de Belo Horizonte:

uma cidade mineira, brasileira e acolhedora, que não exige que você deixe suas raízes para trás.

Você pode chegar trazendo seu sotaque, seus costumes, suas lembranças e tudo aquilo que construiu ao longo da vida.

E, com o tempo, acrescentar a isso novas amizades, novas experiências, novos lugares e novas histórias.

Até que um dia você percebe que já não é mais apenas alguém que veio de outro estado.

Você simplesmente virou parte de Belo Horizonte.

Porque algumas cidades recebem pessoas.

Belo Horizonte tem o jeito de fazer pessoas se sentirem em casa.

Vídeo

Ficha do imóvel

Idade do imóvel0 ano
PerfilResidencial
SituaçãoLançamento
EscrituradoSim
Área Construída52m²
Área Total52m²
André Santos MendesCRECI - 26.218

Conheça a cidade Belo Horizonte

Sem Imagem

Belo Horizonte — Uma cidade que sabe acolher

Belo Horizonte tem uma característica que vai muito além das montanhas que cercam a cidade: a capacidade de acolher.

Fundada em 1897 para ser a nova capital de Minas Gerais, Belo Horizonte cresceu e se transformou em uma das principais cidades do Brasil. Ao longo de sua história, recebeu pessoas vindas de praticamente todas as regiões do país, atraídas por oportunidades profissionais, estudos, negócios, qualidade de vida e pelo desejo de construir uma nova etapa de suas vidas.

Essa mistura de histórias ajudou a formar uma cidade com identidade própria, mas que, ao mesmo tempo, mantém espaço para quem chega.

Existe em Belo Horizonte uma combinação interessante: é uma grande capital, mas preserva características de cidade onde as relações humanas ainda têm muito valor.

O jeito mineiro de receber costuma aparecer nas pequenas coisas. Na conversa demorada, no café oferecido ao visitante, na indicação de um lugar para conhecer, na disposição para ajudar alguém que acabou de chegar ou simplesmente naquela maneira tranquila de iniciar uma conversa com quem ainda é desconhecido.

O famoso “uai”, muitas vezes associado ao jeito mineiro, representa mais do que uma expressão. É quase uma síntese de uma maneira descontraída de conversar e de se relacionar com as pessoas.

Quem chega a Belo Horizonte vindo de outro estado pode perceber rapidamente que a cidade não é formada apenas por mineiros. Há cariocas, paulistas, capixabas, nordestinos, sulistas, goianos, brasilienses e pessoas de inúmeras outras origens vivendo, trabalhando, estudando e formando suas famílias na capital mineira.

Essa diversidade não apagou a identidade de Belo Horizonte. Pelo contrário: ajudou a ampliar a cidade.

É possível encontrar diferentes sotaques, costumes, histórias e maneiras de enxergar a vida convivendo no mesmo espaço. E talvez seja justamente essa mistura que faça com que tantas pessoas que chegaram como visitantes ou profissionais de passagem acabem criando vínculos duradouros com Minas Gerais.

Belo Horizonte também possui uma característica muito particular: a força da vida nos bairros.

A padaria da esquina, o mercado, a praça, o restaurante, o bar, a igreja, o clube, a escola e o comércio local fazem parte de uma rede de convivência que aproxima as pessoas. Mesmo em uma metrópole, ainda existe a possibilidade de criar relações de vizinhança e construir aquela sensação de pertencimento que muitas vezes é difícil encontrar em grandes centros urbanos.

Para quem chega de fora, isso pode fazer diferença.

Mudar de estado significa deixar para trás familiares, amigos, lugares conhecidos e uma parte importante da própria história. Encontrar uma cidade receptiva pode tornar esse processo mais leve.

E Belo Horizonte oferece justamente essa possibilidade: chegar com uma história e começar a construir outra sem precisar abandonar as próprias raízes.

O mineiro pode até ser mais reservado no primeiro contato. Muitas vezes observa antes de se abrir. Mas, quando a confiança é construída, as relações tendem a ganhar profundidade. A amizade, a parceria profissional e a convivência familiar passam a ocupar um espaço importante.

É uma hospitalidade que nem sempre é barulhenta ou imediata. Muitas vezes aparece de maneira simples e espontânea.

É o “senta aí”.

É o “vamos tomar um café”.

É o “qualquer coisa, me procura”.

É o “vou te apresentar alguém que pode te ajudar”.

São gestos pequenos, mas que podem fazer uma enorme diferença para quem está começando uma nova vida.

Além da receptividade, Belo Horizonte possui uma localização estratégica dentro do Brasil e uma economia diversificada. A cidade reúne importantes setores de serviços, comércio, tecnologia, saúde, educação, construção civil, indústria e negócios.

Isso contribui para que pessoas de diferentes regiões encontrem oportunidades e estabeleçam novos projetos de vida.

E existe ainda outro elemento importante: Minas Gerais possui uma identidade cultural muito forte.

A culinária, a música, a arquitetura, a história, as montanhas, as cidades históricas e o modo de vida mineiro formam um patrimônio que influencia profundamente a experiência de quem vive em Belo Horizonte.

Mas talvez o maior patrimônio seja justamente aquele que não aparece nos mapas ou nos cartões-postais: as pessoas.

Uma cidade pode ter grandes avenidas, edifícios modernos, restaurantes sofisticados e belas paisagens. Mas são as relações humanas que fazem alguém sentir que encontrou um lugar para viver.

Por isso, para quem chega de outro estado, Belo Horizonte pode representar muito mais do que uma nova cidade.

Pode representar um recomeço.

Um lugar para trabalhar, estudar, empreender, criar filhos, fazer amizades, comprar uma casa, construir patrimônio e, pouco a pouco, transformar uma cidade inicialmente desconhecida em parte da própria história.

Talvez essa seja uma das maiores riquezas de Belo Horizonte:

uma cidade mineira, brasileira e acolhedora, que não exige que você deixe suas raízes para trás.

Você pode chegar trazendo seu sotaque, seus costumes, suas lembranças e tudo aquilo que construiu ao longo da vida.

E, com o tempo, acrescentar a isso novas amizades, novas experiências, novos lugares e novas histórias.

Até que um dia você percebe que já não é mais apenas alguém que veio de outro estado.

Você simplesmente virou parte de Belo Horizonte.

Porque algumas cidades recebem pessoas.

Belo Horizonte tem o jeito de fazer pessoas se sentirem em casa.

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