Casa Alto Padrão
Condominio Fazenda da Serra- Bh - Paquetá - Belo Horizonte/MGCasa Alto Padrão
Condominio Fazenda da Serra- Bh - Paquetá - Belo Horizonte/MG

venda
R$ 3.480.000,00Dormitórios
3 Dormitórios, 3 SuítesGaragens
4 GaragensÁrea Construída
270 m²Cômodos
Características do Imóvel
Descrição do imóvel
🏡 CASA DE ALTO PADRÃO À VENDA
Condomínio Fazenda da Serra | Bairro Castelo – Belo Horizonte
Excelente oportunidade para morar com exclusividade ou investir com alta liquidez em um dos condomínios mais tradicionais e valorizados de BH.
📍 Localização Premium
Localizado no bairro Castelo, na Avenida Tancredo Neves, com portaria ao lado do Supermercado Verde-Mar e da Locamig, oferecendo acesso rápido, fácil e total infraestrutura.
Condomínio renomado, com moradores ilustres, como jogadores de futebol e artistas, entre eles César Menotti & Fabiano.
🏠 O Imóvel
Casa imponente com 2 pavimentos
270 m² de área construída
430 m² de lote totalmente plano
Localizada na melhor quadra plana do condomínio
🛏 Área Íntima
3 suítes amplas, todas com closet
Suíte master com banheira de hidromassagem
🛋 Área Social
3 salas espaçosas, com excelente iluminação natural
Integração perfeita entre conforto e sofisticação
🌿 Área de Lazer
Espaço ideal para convivência, descanso e recepção de convidados
🚗 Garagem
Vagas para 4 veículos
⚙ Diferenciais
☀️ Energia solar
❄ Ar-condicionado
🔥 Gás canalizado
🛡 Condomínio extremamente seguro e valorizado
📈 Alta demanda para locação
💰 Valor abaixo do praticado no condomínio, pois o proprietário reside fora do Brasil
💸 IPTU: R$ 620,00
💰 Valor de venda: R$ 3.480.000,00
📞 Informações e visitas
André Mendes
Corretor de Imóveis –
(31) 98322-1579 zap
As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável.
Localização
Paquetá - Belo Horizonte/MGConheça a cidade Belo Horizonte
Belo Horizonte — Uma cidade que sabe acolher
Belo Horizonte tem uma característica que vai muito além das montanhas que cercam a cidade: a capacidade de acolher.
Fundada em 1897 para ser a nova capital de Minas Gerais, Belo Horizonte cresceu e se transformou em uma das principais cidades do Brasil. Ao longo de sua história, recebeu pessoas vindas de praticamente todas as regiões do país, atraídas por oportunidades profissionais, estudos, negócios, qualidade de vida e pelo desejo de construir uma nova etapa de suas vidas.
Essa mistura de histórias ajudou a formar uma cidade com identidade própria, mas que, ao mesmo tempo, mantém espaço para quem chega.
Existe em Belo Horizonte uma combinação interessante: é uma grande capital, mas preserva características de cidade onde as relações humanas ainda têm muito valor.
O jeito mineiro de receber costuma aparecer nas pequenas coisas. Na conversa demorada, no café oferecido ao visitante, na indicação de um lugar para conhecer, na disposição para ajudar alguém que acabou de chegar ou simplesmente naquela maneira tranquila de iniciar uma conversa com quem ainda é desconhecido.
O famoso “uai”, muitas vezes associado ao jeito mineiro, representa mais do que uma expressão. É quase uma síntese de uma maneira descontraída de conversar e de se relacionar com as pessoas.
Quem chega a Belo Horizonte vindo de outro estado pode perceber rapidamente que a cidade não é formada apenas por mineiros. Há cariocas, paulistas, capixabas, nordestinos, sulistas, goianos, brasilienses e pessoas de inúmeras outras origens vivendo, trabalhando, estudando e formando suas famílias na capital mineira.
Essa diversidade não apagou a identidade de Belo Horizonte. Pelo contrário: ajudou a ampliar a cidade.
É possível encontrar diferentes sotaques, costumes, histórias e maneiras de enxergar a vida convivendo no mesmo espaço. E talvez seja justamente essa mistura que faça com que tantas pessoas que chegaram como visitantes ou profissionais de passagem acabem criando vínculos duradouros com Minas Gerais.
Belo Horizonte também possui uma característica muito particular: a força da vida nos bairros.
A padaria da esquina, o mercado, a praça, o restaurante, o bar, a igreja, o clube, a escola e o comércio local fazem parte de uma rede de convivência que aproxima as pessoas. Mesmo em uma metrópole, ainda existe a possibilidade de criar relações de vizinhança e construir aquela sensação de pertencimento que muitas vezes é difícil encontrar em grandes centros urbanos.
Para quem chega de fora, isso pode fazer diferença.
Mudar de estado significa deixar para trás familiares, amigos, lugares conhecidos e uma parte importante da própria história. Encontrar uma cidade receptiva pode tornar esse processo mais leve.
E Belo Horizonte oferece justamente essa possibilidade: chegar com uma história e começar a construir outra sem precisar abandonar as próprias raízes.
O mineiro pode até ser mais reservado no primeiro contato. Muitas vezes observa antes de se abrir. Mas, quando a confiança é construída, as relações tendem a ganhar profundidade. A amizade, a parceria profissional e a convivência familiar passam a ocupar um espaço importante.
É uma hospitalidade que nem sempre é barulhenta ou imediata. Muitas vezes aparece de maneira simples e espontânea.
É o “senta aí”.
É o “vamos tomar um café”.
É o “qualquer coisa, me procura”.
É o “vou te apresentar alguém que pode te ajudar”.
São gestos pequenos, mas que podem fazer uma enorme diferença para quem está começando uma nova vida.
Além da receptividade, Belo Horizonte possui uma localização estratégica dentro do Brasil e uma economia diversificada. A cidade reúne importantes setores de serviços, comércio, tecnologia, saúde, educação, construção civil, indústria e negócios.
Isso contribui para que pessoas de diferentes regiões encontrem oportunidades e estabeleçam novos projetos de vida.
E existe ainda outro elemento importante: Minas Gerais possui uma identidade cultural muito forte.
A culinária, a música, a arquitetura, a história, as montanhas, as cidades históricas e o modo de vida mineiro formam um patrimônio que influencia profundamente a experiência de quem vive em Belo Horizonte.
Mas talvez o maior patrimônio seja justamente aquele que não aparece nos mapas ou nos cartões-postais: as pessoas.
Uma cidade pode ter grandes avenidas, edifícios modernos, restaurantes sofisticados e belas paisagens. Mas são as relações humanas que fazem alguém sentir que encontrou um lugar para viver.
Por isso, para quem chega de outro estado, Belo Horizonte pode representar muito mais do que uma nova cidade.
Pode representar um recomeço.
Um lugar para trabalhar, estudar, empreender, criar filhos, fazer amizades, comprar uma casa, construir patrimônio e, pouco a pouco, transformar uma cidade inicialmente desconhecida em parte da própria história.
Talvez essa seja uma das maiores riquezas de Belo Horizonte:
uma cidade mineira, brasileira e acolhedora, que não exige que você deixe suas raízes para trás.
Você pode chegar trazendo seu sotaque, seus costumes, suas lembranças e tudo aquilo que construiu ao longo da vida.
E, com o tempo, acrescentar a isso novas amizades, novas experiências, novos lugares e novas histórias.
Até que um dia você percebe que já não é mais apenas alguém que veio de outro estado.
Você simplesmente virou parte de Belo Horizonte.
Porque algumas cidades recebem pessoas.
Belo Horizonte tem o jeito de fazer pessoas se sentirem em casa.
Ficha do imóvel
Conheça a cidade Belo Horizonte
Belo Horizonte — Uma cidade que sabe acolher
Belo Horizonte tem uma característica que vai muito além das montanhas que cercam a cidade: a capacidade de acolher.
Fundada em 1897 para ser a nova capital de Minas Gerais, Belo Horizonte cresceu e se transformou em uma das principais cidades do Brasil. Ao longo de sua história, recebeu pessoas vindas de praticamente todas as regiões do país, atraídas por oportunidades profissionais, estudos, negócios, qualidade de vida e pelo desejo de construir uma nova etapa de suas vidas.
Essa mistura de histórias ajudou a formar uma cidade com identidade própria, mas que, ao mesmo tempo, mantém espaço para quem chega.
Existe em Belo Horizonte uma combinação interessante: é uma grande capital, mas preserva características de cidade onde as relações humanas ainda têm muito valor.
O jeito mineiro de receber costuma aparecer nas pequenas coisas. Na conversa demorada, no café oferecido ao visitante, na indicação de um lugar para conhecer, na disposição para ajudar alguém que acabou de chegar ou simplesmente naquela maneira tranquila de iniciar uma conversa com quem ainda é desconhecido.
O famoso “uai”, muitas vezes associado ao jeito mineiro, representa mais do que uma expressão. É quase uma síntese de uma maneira descontraída de conversar e de se relacionar com as pessoas.
Quem chega a Belo Horizonte vindo de outro estado pode perceber rapidamente que a cidade não é formada apenas por mineiros. Há cariocas, paulistas, capixabas, nordestinos, sulistas, goianos, brasilienses e pessoas de inúmeras outras origens vivendo, trabalhando, estudando e formando suas famílias na capital mineira.
Essa diversidade não apagou a identidade de Belo Horizonte. Pelo contrário: ajudou a ampliar a cidade.
É possível encontrar diferentes sotaques, costumes, histórias e maneiras de enxergar a vida convivendo no mesmo espaço. E talvez seja justamente essa mistura que faça com que tantas pessoas que chegaram como visitantes ou profissionais de passagem acabem criando vínculos duradouros com Minas Gerais.
Belo Horizonte também possui uma característica muito particular: a força da vida nos bairros.
A padaria da esquina, o mercado, a praça, o restaurante, o bar, a igreja, o clube, a escola e o comércio local fazem parte de uma rede de convivência que aproxima as pessoas. Mesmo em uma metrópole, ainda existe a possibilidade de criar relações de vizinhança e construir aquela sensação de pertencimento que muitas vezes é difícil encontrar em grandes centros urbanos.
Para quem chega de fora, isso pode fazer diferença.
Mudar de estado significa deixar para trás familiares, amigos, lugares conhecidos e uma parte importante da própria história. Encontrar uma cidade receptiva pode tornar esse processo mais leve.
E Belo Horizonte oferece justamente essa possibilidade: chegar com uma história e começar a construir outra sem precisar abandonar as próprias raízes.
O mineiro pode até ser mais reservado no primeiro contato. Muitas vezes observa antes de se abrir. Mas, quando a confiança é construída, as relações tendem a ganhar profundidade. A amizade, a parceria profissional e a convivência familiar passam a ocupar um espaço importante.
É uma hospitalidade que nem sempre é barulhenta ou imediata. Muitas vezes aparece de maneira simples e espontânea.
É o “senta aí”.
É o “vamos tomar um café”.
É o “qualquer coisa, me procura”.
É o “vou te apresentar alguém que pode te ajudar”.
São gestos pequenos, mas que podem fazer uma enorme diferença para quem está começando uma nova vida.
Além da receptividade, Belo Horizonte possui uma localização estratégica dentro do Brasil e uma economia diversificada. A cidade reúne importantes setores de serviços, comércio, tecnologia, saúde, educação, construção civil, indústria e negócios.
Isso contribui para que pessoas de diferentes regiões encontrem oportunidades e estabeleçam novos projetos de vida.
E existe ainda outro elemento importante: Minas Gerais possui uma identidade cultural muito forte.
A culinária, a música, a arquitetura, a história, as montanhas, as cidades históricas e o modo de vida mineiro formam um patrimônio que influencia profundamente a experiência de quem vive em Belo Horizonte.
Mas talvez o maior patrimônio seja justamente aquele que não aparece nos mapas ou nos cartões-postais: as pessoas.
Uma cidade pode ter grandes avenidas, edifícios modernos, restaurantes sofisticados e belas paisagens. Mas são as relações humanas que fazem alguém sentir que encontrou um lugar para viver.
Por isso, para quem chega de outro estado, Belo Horizonte pode representar muito mais do que uma nova cidade.
Pode representar um recomeço.
Um lugar para trabalhar, estudar, empreender, criar filhos, fazer amizades, comprar uma casa, construir patrimônio e, pouco a pouco, transformar uma cidade inicialmente desconhecida em parte da própria história.
Talvez essa seja uma das maiores riquezas de Belo Horizonte:
uma cidade mineira, brasileira e acolhedora, que não exige que você deixe suas raízes para trás.
Você pode chegar trazendo seu sotaque, seus costumes, suas lembranças e tudo aquilo que construiu ao longo da vida.
E, com o tempo, acrescentar a isso novas amizades, novas experiências, novos lugares e novas histórias.
Até que um dia você percebe que já não é mais apenas alguém que veio de outro estado.
Você simplesmente virou parte de Belo Horizonte.
Porque algumas cidades recebem pessoas.
Belo Horizonte tem o jeito de fazer pessoas se sentirem em casa.
