Casa Duplex à Venda no Planalto BH - 4 Quartos e terraço de 100 m2

Planalto - Belo Horizonte/MG

Casa Duplex à Venda no Planalto BH - 4 Quartos e terraço de 100 m2

Planalto - Belo Horizonte/MG

venda

R$ 950.000,00

Dormitórios

4 Dormitórios, sendo 1 suíte

Garagens

1 Garagem

Área Construída

431 m²

Cômodos

4 Dormitórios, sendo 1 suíte1 Banheiro1 Garagem1 Copa1 Sala de TV1 Sala de jantar1 Sala de estar1 Área de serviço

Descrição do imóvel

🏡 Casa Duplex Independente à Venda no Planalto - Belo Horizonte.

Apresentamos esta Casa Duplex Independente, ampla, confortável e ideal para famílias grandes que buscam espaço, privacidade e praticidade em um dos bairros mais valorizados do Planalto.


Casa Principal:


3 quartos amplos em porcelanato, sendo 1 suíte com bancada em granito, fechamento planejado, box blindex e closet;


Ar-condicionado na suíte;


Sala principal em porcelanato com varanda e parapeito em alumínio e vidro blindex;


Sala de estar ampla e arejada;


Cozinha toda revestida, com bancada em granito, armários planejados e ótimo espaço para refeições;


Banho social em porcelanato, bancada em granito e box blindex;


Lavanderia coberta e fechada;


Quintal em cerâmica rústica;


1 vaga de garagem;


Sistema de monitoramento por câmeras.


Terraço:


Amplo terraço de 100 m², totalmente coberto e fechado, com varanda, rebaixamento de teto, edícula e banheiro social — ideal para lazer e confraternizações.


Anexos nos Fundos:


Dois anexos independentes, cada um com 2 quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.


Todos os imóveis possuem padrão individual CEMIG e COPASA.


📍 Localização:

Região de fácil acesso, próxima a todo tipo de comércio, escolas, faculdades e clínicas — um ambiente tranquilo e familiar.


💰 Valor e disponibilidade sujeitos a alteração sem aviso prévio.

📞 André Mendes – Corretor de Imóveis

CRECI/MG 26.218

📱 (31) 98322-1579 (WhatsApp)


As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável.

Localização

Planalto - Belo Horizonte/MG

Conheça a cidade Belo Horizonte

Sem Imagem

Belo Horizonte — Uma cidade que sabe acolher

Belo Horizonte tem uma característica que vai muito além das montanhas que cercam a cidade: a capacidade de acolher.

Fundada em 1897 para ser a nova capital de Minas Gerais, Belo Horizonte cresceu e se transformou em uma das principais cidades do Brasil. Ao longo de sua história, recebeu pessoas vindas de praticamente todas as regiões do país, atraídas por oportunidades profissionais, estudos, negócios, qualidade de vida e pelo desejo de construir uma nova etapa de suas vidas.

Essa mistura de histórias ajudou a formar uma cidade com identidade própria, mas que, ao mesmo tempo, mantém espaço para quem chega.

Existe em Belo Horizonte uma combinação interessante: é uma grande capital, mas preserva características de cidade onde as relações humanas ainda têm muito valor.

O jeito mineiro de receber costuma aparecer nas pequenas coisas. Na conversa demorada, no café oferecido ao visitante, na indicação de um lugar para conhecer, na disposição para ajudar alguém que acabou de chegar ou simplesmente naquela maneira tranquila de iniciar uma conversa com quem ainda é desconhecido.

O famoso “uai”, muitas vezes associado ao jeito mineiro, representa mais do que uma expressão. É quase uma síntese de uma maneira descontraída de conversar e de se relacionar com as pessoas.

Quem chega a Belo Horizonte vindo de outro estado pode perceber rapidamente que a cidade não é formada apenas por mineiros. Há cariocas, paulistas, capixabas, nordestinos, sulistas, goianos, brasilienses e pessoas de inúmeras outras origens vivendo, trabalhando, estudando e formando suas famílias na capital mineira.

Essa diversidade não apagou a identidade de Belo Horizonte. Pelo contrário: ajudou a ampliar a cidade.

É possível encontrar diferentes sotaques, costumes, histórias e maneiras de enxergar a vida convivendo no mesmo espaço. E talvez seja justamente essa mistura que faça com que tantas pessoas que chegaram como visitantes ou profissionais de passagem acabem criando vínculos duradouros com Minas Gerais.

Belo Horizonte também possui uma característica muito particular: a força da vida nos bairros.

A padaria da esquina, o mercado, a praça, o restaurante, o bar, a igreja, o clube, a escola e o comércio local fazem parte de uma rede de convivência que aproxima as pessoas. Mesmo em uma metrópole, ainda existe a possibilidade de criar relações de vizinhança e construir aquela sensação de pertencimento que muitas vezes é difícil encontrar em grandes centros urbanos.

Para quem chega de fora, isso pode fazer diferença.

Mudar de estado significa deixar para trás familiares, amigos, lugares conhecidos e uma parte importante da própria história. Encontrar uma cidade receptiva pode tornar esse processo mais leve.

E Belo Horizonte oferece justamente essa possibilidade: chegar com uma história e começar a construir outra sem precisar abandonar as próprias raízes.

O mineiro pode até ser mais reservado no primeiro contato. Muitas vezes observa antes de se abrir. Mas, quando a confiança é construída, as relações tendem a ganhar profundidade. A amizade, a parceria profissional e a convivência familiar passam a ocupar um espaço importante.

É uma hospitalidade que nem sempre é barulhenta ou imediata. Muitas vezes aparece de maneira simples e espontânea.

É o “senta aí”.

É o “vamos tomar um café”.

É o “qualquer coisa, me procura”.

É o “vou te apresentar alguém que pode te ajudar”.

São gestos pequenos, mas que podem fazer uma enorme diferença para quem está começando uma nova vida.

Além da receptividade, Belo Horizonte possui uma localização estratégica dentro do Brasil e uma economia diversificada. A cidade reúne importantes setores de serviços, comércio, tecnologia, saúde, educação, construção civil, indústria e negócios.

Isso contribui para que pessoas de diferentes regiões encontrem oportunidades e estabeleçam novos projetos de vida.

E existe ainda outro elemento importante: Minas Gerais possui uma identidade cultural muito forte.

A culinária, a música, a arquitetura, a história, as montanhas, as cidades históricas e o modo de vida mineiro formam um patrimônio que influencia profundamente a experiência de quem vive em Belo Horizonte.

Mas talvez o maior patrimônio seja justamente aquele que não aparece nos mapas ou nos cartões-postais: as pessoas.

Uma cidade pode ter grandes avenidas, edifícios modernos, restaurantes sofisticados e belas paisagens. Mas são as relações humanas que fazem alguém sentir que encontrou um lugar para viver.

Por isso, para quem chega de outro estado, Belo Horizonte pode representar muito mais do que uma nova cidade.

Pode representar um recomeço.

Um lugar para trabalhar, estudar, empreender, criar filhos, fazer amizades, comprar uma casa, construir patrimônio e, pouco a pouco, transformar uma cidade inicialmente desconhecida em parte da própria história.

Talvez essa seja uma das maiores riquezas de Belo Horizonte:

uma cidade mineira, brasileira e acolhedora, que não exige que você deixe suas raízes para trás.

Você pode chegar trazendo seu sotaque, seus costumes, suas lembranças e tudo aquilo que construiu ao longo da vida.

E, com o tempo, acrescentar a isso novas amizades, novas experiências, novos lugares e novas histórias.

Até que um dia você percebe que já não é mais apenas alguém que veio de outro estado.

Você simplesmente virou parte de Belo Horizonte.

Porque algumas cidades recebem pessoas.

Belo Horizonte tem o jeito de fazer pessoas se sentirem em casa.

Vídeo

Ficha do imóvel

PerfilResidencial
Possui mobília?Sem mobília
Área Construída431m²
André Santos MendesCRECI - 26.218

Conheça a cidade Belo Horizonte

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Belo Horizonte — Uma cidade que sabe acolher

Belo Horizonte tem uma característica que vai muito além das montanhas que cercam a cidade: a capacidade de acolher.

Fundada em 1897 para ser a nova capital de Minas Gerais, Belo Horizonte cresceu e se transformou em uma das principais cidades do Brasil. Ao longo de sua história, recebeu pessoas vindas de praticamente todas as regiões do país, atraídas por oportunidades profissionais, estudos, negócios, qualidade de vida e pelo desejo de construir uma nova etapa de suas vidas.

Essa mistura de histórias ajudou a formar uma cidade com identidade própria, mas que, ao mesmo tempo, mantém espaço para quem chega.

Existe em Belo Horizonte uma combinação interessante: é uma grande capital, mas preserva características de cidade onde as relações humanas ainda têm muito valor.

O jeito mineiro de receber costuma aparecer nas pequenas coisas. Na conversa demorada, no café oferecido ao visitante, na indicação de um lugar para conhecer, na disposição para ajudar alguém que acabou de chegar ou simplesmente naquela maneira tranquila de iniciar uma conversa com quem ainda é desconhecido.

O famoso “uai”, muitas vezes associado ao jeito mineiro, representa mais do que uma expressão. É quase uma síntese de uma maneira descontraída de conversar e de se relacionar com as pessoas.

Quem chega a Belo Horizonte vindo de outro estado pode perceber rapidamente que a cidade não é formada apenas por mineiros. Há cariocas, paulistas, capixabas, nordestinos, sulistas, goianos, brasilienses e pessoas de inúmeras outras origens vivendo, trabalhando, estudando e formando suas famílias na capital mineira.

Essa diversidade não apagou a identidade de Belo Horizonte. Pelo contrário: ajudou a ampliar a cidade.

É possível encontrar diferentes sotaques, costumes, histórias e maneiras de enxergar a vida convivendo no mesmo espaço. E talvez seja justamente essa mistura que faça com que tantas pessoas que chegaram como visitantes ou profissionais de passagem acabem criando vínculos duradouros com Minas Gerais.

Belo Horizonte também possui uma característica muito particular: a força da vida nos bairros.

A padaria da esquina, o mercado, a praça, o restaurante, o bar, a igreja, o clube, a escola e o comércio local fazem parte de uma rede de convivência que aproxima as pessoas. Mesmo em uma metrópole, ainda existe a possibilidade de criar relações de vizinhança e construir aquela sensação de pertencimento que muitas vezes é difícil encontrar em grandes centros urbanos.

Para quem chega de fora, isso pode fazer diferença.

Mudar de estado significa deixar para trás familiares, amigos, lugares conhecidos e uma parte importante da própria história. Encontrar uma cidade receptiva pode tornar esse processo mais leve.

E Belo Horizonte oferece justamente essa possibilidade: chegar com uma história e começar a construir outra sem precisar abandonar as próprias raízes.

O mineiro pode até ser mais reservado no primeiro contato. Muitas vezes observa antes de se abrir. Mas, quando a confiança é construída, as relações tendem a ganhar profundidade. A amizade, a parceria profissional e a convivência familiar passam a ocupar um espaço importante.

É uma hospitalidade que nem sempre é barulhenta ou imediata. Muitas vezes aparece de maneira simples e espontânea.

É o “senta aí”.

É o “vamos tomar um café”.

É o “qualquer coisa, me procura”.

É o “vou te apresentar alguém que pode te ajudar”.

São gestos pequenos, mas que podem fazer uma enorme diferença para quem está começando uma nova vida.

Além da receptividade, Belo Horizonte possui uma localização estratégica dentro do Brasil e uma economia diversificada. A cidade reúne importantes setores de serviços, comércio, tecnologia, saúde, educação, construção civil, indústria e negócios.

Isso contribui para que pessoas de diferentes regiões encontrem oportunidades e estabeleçam novos projetos de vida.

E existe ainda outro elemento importante: Minas Gerais possui uma identidade cultural muito forte.

A culinária, a música, a arquitetura, a história, as montanhas, as cidades históricas e o modo de vida mineiro formam um patrimônio que influencia profundamente a experiência de quem vive em Belo Horizonte.

Mas talvez o maior patrimônio seja justamente aquele que não aparece nos mapas ou nos cartões-postais: as pessoas.

Uma cidade pode ter grandes avenidas, edifícios modernos, restaurantes sofisticados e belas paisagens. Mas são as relações humanas que fazem alguém sentir que encontrou um lugar para viver.

Por isso, para quem chega de outro estado, Belo Horizonte pode representar muito mais do que uma nova cidade.

Pode representar um recomeço.

Um lugar para trabalhar, estudar, empreender, criar filhos, fazer amizades, comprar uma casa, construir patrimônio e, pouco a pouco, transformar uma cidade inicialmente desconhecida em parte da própria história.

Talvez essa seja uma das maiores riquezas de Belo Horizonte:

uma cidade mineira, brasileira e acolhedora, que não exige que você deixe suas raízes para trás.

Você pode chegar trazendo seu sotaque, seus costumes, suas lembranças e tudo aquilo que construiu ao longo da vida.

E, com o tempo, acrescentar a isso novas amizades, novas experiências, novos lugares e novas histórias.

Até que um dia você percebe que já não é mais apenas alguém que veio de outro estado.

Você simplesmente virou parte de Belo Horizonte.

Porque algumas cidades recebem pessoas.

Belo Horizonte tem o jeito de fazer pessoas se sentirem em casa.

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